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Cupins

Classe Insecta · Ordem Blattodea (Isoptera)

Os cupins habitam o planeta há pelo menos 250 milhões de anos. De cerca de 3.000 espécies, poucas vivem próximas ao homem — mas são elas que comprometem telhados, móveis e estruturas.

Cupins
Onde atacam
Madeiramento, móveis, batentes, rodapés, livros e papel
Sinais
Túneis de terra, grânulos, asas soltas, madeira oca
Revoada
Siriris ou aleluias, em fins de tarde quentes e úmidos
Principal risco
Dano estrutural e perda de patrimônio

Como vivem

Cupins são insetos sociais. Na colônia, o rei e a rainha cuidam da reprodução, os soldados protegem o ninho e os operários — a casta mais numerosa — buscam alimento e constroem as galerias.

Na natureza têm papel importante: decompõem matéria orgânica e arejam o solo. O problema surge quando espécies que se alimentam de celulose encontram madeira, papel e tecidos dentro das construções. Os alados que saem em revoada são popularmente chamados de siriris ou aleluias.

Por que identificar a espécie

Das cerca de 290 espécies registradas no Brasil, poucas são pragas urbanas. Entre as que mais causam danos estão o cupim subterrâneo (Coptotermes gestroi), o cupim de madeira seca (Cryptotermes brevis) e o cupim arborícola (Nasutitermes corniger).

O subterrâneo faz o ninho no solo e chega à madeira por túneis de terra; o de madeira seca vive dentro da própria peça atacada. Cada um exige uma estratégia de controle diferente — e muitas espécies são úteis ao ambiente e não precisam ser combatidas.

Sinais de infestação

Caminhos de terra em paredes e rodapés, grânulos parecidos com areia sob móveis, asas espalhadas perto de janelas e luminárias e madeira que soa oca ao toque. Portas e batentes que empenam também merecem atenção.

Tipos de cupim

Cupim subterrâneo
Cupim subterrâneo
Cupim de montículo
Cupim de montículo
Cupim arborícola
Cupim arborícola
Cupim de madeira seca
Cupim de madeira seca

Como a DDKA controla cupins

Trabalhamos com sistemas convencionais, termonebulização, tratamento pré-construção, barreira química permanente e o sistema de monitoramento e iscagem DDKA, sempre após inspeção e identificação da espécie.

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